A Existência Pelo Ouro

Você já parou para pensar no porquê da razão do ouro ser cultuado, procurado e estimado como o elemento de maior valor para os humanos?
Milênios se passaram e o ouro, desde remotas civilizações, como os Egípcios e os Mayas, por exemplo,  é adorado, serve de adorno à nobreza e representa o poder. Por que o ouro? Por que não o ferro, o zinco, a bauxita ou diamantes? Qual é o misterioso fascínio que o ouro exerce sobre os humanos até os dias de hoje. A economia mundial baseia-se no ouro, a riqueza de um país é a soma de todo o ouro que possui.

Pois isso se deve à natureza de nosso planeta, sua formação rica neste metal brilhante atraiu a atenção de seres extraterrestres. Os Anunnakis, vindos de um planeta que, para alguns seria Nibiru, não se sabe ao certo. Existem muitas teorias e escritos a serem estudados para chegarmos à esta conclusão.

Estabelecidos na antiga Suméria, onde hoje seria o Iraque, os Anunnakis, que em sumério significa aqueles que desceram do céu,  garimpavam o planeta em busca de ouro. Mas não queriam riqueza, o ouro que eles precisavam era o supercondutor para equipamentos e também o ouro beneficiado até chegar ao estado de ouro monoatômico.  O ouro monoatômico possui propriedades inimagináveis, é considerado o alimento dos Deuses, responsável pela longevidade (1 ano Anunnaki equivale a 3600 anos dos humanos) e aumento da percepção sensorial. O ouro monoatômico é a fonte de energia dos Deuses, promove sua aura dourada e brilhante que vemos em várias ilustrações, por toda a história.

Porém, garimpar e minerar o ouro é uma tarefa árdua e onerosa, mesmo para um ser extraterrestre. E foi para facilitar a obtenção do ouro que Enke, um Anunnaki, especialista em genética, observou um hominídeo que rondava pela superfície terrestre: o Homo Erectus. Dotado de alguma habilidade e adaptado ao uso de ferramentas rudimentares era perfeito para sua primeira experiência.
E então, Enke adicionou o DNA Anunnaki ao DNA do Homo Erectus e assim surgiu o Homo Sapiens. O primeiro espécime de sucesso desta experiência foi chamado de Adamo. Satisfeito com a criação, Enke então fez a fêmea para Adamo. De dentro de sua costela, extraiu o DNA, pois a medula óssea vermelha do interior da costela possui a melhor amostra de DNA. Com o DNA da costela de Adamo foi criada a primeira fêmea de Homo Sapiens seu nome era Mulva.

O Homo Sapiens era uma criação de sucesso e prosperou, obteve descendentes, aprendia com facilidade, graças ao DNA Anunnaki e em alguns anos havia população suficiente para obedecer aos seus criadores e escavarem o ouro para eles.
Mais do que uma simples experiência, o Homo Sapiens tinha consciência de si, queria saber seu propósito e desenvolvia um raciocínio impressionante. Cultuava os Anunnakis que desciam dos céus, como se fossem Deuses, chamávam-nos de Elohim e para eles entregava o ouro como oferenda e troca de favores e realizações de pequenos desejos.

Os extraterrestres também possuem seu código de ética e por alguns, liderados por Enlil, misturar o DNA Anunnaki com outro ser era algo desprezível e abominável. Enlil era cientista e especialista em terraformação e meteorologia, era um dos integrantes do conselho dos Elohim. Tolerava a experiência pois, assim como a maioria, era seduzido pela adoração que recebia dos humanos. Alguns foram tão seduzidos pela estima e achavam tão bela a criação, que apesar da questão ética, acabaram por manter relações sexuais com as fêmeas humanas. Desta união surgiram seres híbridos, considerados  Semi Deuses, descendentes diretos da cruza de Anunnakis e Homo Sapiens.

Centenas de anos se passaram, dinastias e clãs se formaram. Dividiram o planeta entre os clãs, houve disputa pelo poder e pela maior quantidade de humanos. Conflitos originaram-se e a situação tornou-se caótica ao ponto de vista ético Anunnaki. Neste tempo os humanos já somavam centenas de milhares, reproduziam entre si e também com os extraterrestres, originando mais Semi Deuses e mais disputa.
Para por um fim nisto, o conselho decidiu encerrar o projeto e acabar com a criação.  O projeto Adamo seria descontinuado e todos seus descendentes exterminados. Enlil, lider deste conselho proibiu Enke de intervir. Mandou que todos os humanos se afastassem do símbolo da serpente. O símbolo da serpente era o ícone adotado por Enke para seus departamento de genética. Leve em consideração que povos primitivos tendem a associar todos os símbolos a figuras de seu cotidiano. A serpente, ou duas serpentes enroladas num cajado são a perfeita associação da representação do código de DNA.

Os Anunnakis, em posse de todo o ouro que precisavam, retiraram-se da Terra e Enlil pôs em prática seu plano. Mestre em terraformação e efeitos climáticos, provocou o grande dilúvio com a finalidade de exterminar de vez com a experiência. Um ano Anunnaki se passou e retornaram à Terra. Para sua surpresa, alguns humanos sobreviveram e repovoaram o planeta. Houve a suspeita de que isso poderia ser obra de Enke. E realmente foi, Enke para salvar sua obra, escolheu Noah, um humano. Para ele forneceu uma arca e o código genético de todas as espécies terrestres, para que num futuro ele repovoasse o planeta da forma que era conhecido antes.
Ao invés de desapontamento ao ver os humanos sobreviventes sobre a Terra, os Anunnakis ficaram felizes, pois eles viviam por conta própria e continuavam os adorando como seus Deuses. Decidiram então não mais interferir, partiriam de vez e não mais se envolveriam com humanos novamente.

O ouro então foi a peça fundamental para nossa existência. Até os dias de hoje é objeto de desejo e cobiça. Motivo de guerras e disputa. A pedra filosofal dos alquimistas, o Santo Graal dos Templários, o elixir dos cientistas que ainda tentam descobrir como transformar o ouro em ouro monoatômico de valência zero. A comida dos Deuses é a cura e a chave para a evolução.
Sabemos, em teoria,  que esse ouro monoatômico é encontrado em alguns vegetais. Todos de cor roxa, violeta lilás, uvas vermelhas, mas em quantidade mínima. Parece improvável, mas tirando as violetas, não custa nada inserir vegetais roxos e uvas vermelhas no cardápio diário.

Um pensamento sobre “A Existência Pelo Ouro

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